sexta-feira, 25 de maio de 2012

Segurança no trânsito é tema de palestra

Mais de 100 trabalhadores associados à Cooperativa Unificada de Mototaxistas, Motoboys e Rodoviários de Parauapebas (Unimoto) participaram de palestras sobre educação e segurança no trânsito, durante todo o dia de ontem, quinta-feira (24), no auditório do Quartel do Corpo de Bombeiros. Ministradas por agentes do Departamento Municipal de trânsito e Transporte (DMTT), as apresentações reforçam a necessidade de se pensar num trânsito mais seguro, humano e solidário. Segundo o agente João Monteiro, coordenador do Núcleo de Educação para o Trânsito (NET), todo o transporte coletivo da cidade participará desses encontros. “Estamos dando início a esta ação que busca melhorar a situação do trânsito. Nosso objetivo é promover esses encontros com certa frequência”, destaca. Na palestra foram abordados itens importantes, tais como: estacionar em locais apropriados, conduzir motocicleta mediante o uso do capacete, não trafegar na motocicleta com mais de dois passageiros, não trafegar por passeios públicos, respeitar o sinal de trânsito e o agente de trânsito. Para o presidente interino do Unimoto, Lusivaldo Viegas, a iniciativa é de grande importância. “Para reforçar a necessidade de termos um trânsito mais seguro é interesse que as palestras se estendam também aos outros colegas que trabalham no transporte da cidade”, opina. Como no cotidiano do trânsito é frequente a observação de atitudes inadequadas por parte de alguns condutores, representando riscos a eles próprios e aos demais usuários da via pública. O Núcleo de Educação para o Trânsito também se reunirá com cerca de 50 dirigentes de cooperativas da cidade para esclarecê-los sobre a necessidade de um trânsito seguro. O encontro será realizado no próximo dia 30, quarta-feira, no auditório da Prefeitura de Parauapebas.

Saúde e água são objetos de discussão na Câmara de Parauapebas

Na sessão, o vereador Antonio Massud apresentou três requerimentos. O primeiro pede ao secretário municipal de Saúde, Alex Ohana, explicações sobre a não realização da audiência pública de avaliação da atuação da OSCIP Bem Viver, como gestora do Hospital Municipal Teófilo Soares, visto que ficou acordado entre o Legislativo e o secretário a prestação de contas dos serviços após 100 dias de vigência da OSCIP, e em razão desse acordo optou-se por uma audiência pública. No entanto, mais de um ano já se passou e nada. Segundo Massud, a referida OSCIP foi contemplada com R$ 35 milhões, conforme informações colhidas junto à própria Prefeitura, através do Portal da Transparência. “E a população não tem visto melhorias. De acordo com denúncias na imprensa, a mesma OSCIP firmou convênio similar em Timon, MA, o qual tem estrutura semelhante ao de Parauapebas, por valor quase cinco vezes menor”. “O histórico dessa OSCIP é de envolvimento com corrupção, desvio de dinheiro. Tudo isso deixou uma dúvida! E conseguiram piorar a saúde no município. Tenho como provar que ela gastou 20 milhões a mais do que se gastava nas outras gestões. Por ser OSCIP, tem total autonomia para usar o dinheiro”, disse o vereador Adelson Fernandes, que solicitou ainda que a Prefeitura faça um distrato e que na audiência pública haja uma prestação de contas. O requerimento foi aprovado, assim como o que solicita a instalação de poço artesiano para atender a comunidade do Alto Bonito, nas proximidades das Casas Populares II. Assim como melhoria nas vias de acesso e trafegabilidade. Outro problema encontrado pelo vereador Massud em visita às comunidades é a falta de água no município. O vereador requereu a convocação do gestor do Serviço Autônomo de água e Esgoto de Parauapebas (Saaep) para dar explicações sobre os problemas relacionados ao abastecimento de água em Parauapebas. “Precisamos de uma resposta. Se vai voltar ao normal, se vai acabar o racionamento. A Saaep é uma autarquia, tem um orçamento de nove milhões, aumentou o número de contratações e não normaliza o abastecimento de água. Faremos o convite, se não atender solicitarei uma audiência pública”, disse o vereador Massud. Indicações O vereador Israel Pereira, Miquinha, apresentou duas indicações, que foram aprovadas. Uma delas pede a construção de uma creche no bairro Casas Populares II. Segundo o vereador, há áreas públicas no local, basta o governo providenciar a construção. “Uma boa qualidade de vida depende do investimento em educação, é a base, a capacidade de transformar o cidadão para melhor”, disse Massud. A outra indicação refere-se à implantação de semáforo na interseção da Avenida Inglaterra com a Rodovia Faruk Salmen, no bairro Novo Horizonte. Segundo Odilon Rocha, com a duplicação da Faruk Salmen e inauguração da Feira do Produtor nas proximidades do local, irá aumentar o fluxo, fazendo-se necessário o semáforo. Projetos de Lei Foi aprovado em primeira discussão o projeto que cria o Conselho Municipal de Segurança Alimentar e Nutricional Sustentável (Comseans) de Parauapebas. Em segunda discussão, foram aprovados todos os projetos apresentados. Um deles autoriza o poder executivo a conceder títulos definitivos de terrenos urbanos no município. Os outros referem-se às denominações de escolas. A escola do bairro da Paz será Escola Municipal de Ensino Fundamental Machado de Assis, a do Guanabara, Escola Municipal de Ensino Fundamental Irmã Laura e a do Cidade Jardim, Escola Municipal de Ensino Fundamental Professora Terezinha de Jesus.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

Câmara aprova Projeto de Lei que aumenta para 15 o número de vereadores da próxima legislatura

Aprovado em primeira discussão a proposta de Emenda à Lei Orgânica N°001/2012 que prevê aumento do número de vereadores de 11 para 15 em Parauapebas. O projeto foi votado na última terça-feira, 15, em sessão ordinária. A Emenda é de autoria da Mesa Diretora da Casa, e está de acordo com os preceitos da Constituição Federal, que por meio da Emenda N°58/2009, delegou aos municípios a competência para definir a quantidade de parlamentares, desde que seja respeitado o limite máximo para cada faixa de habitantes. Uma Emenda de autoria do vereador Adelson Fernandes solicitava a mesa diretora que o número de vereadores fosse fixado em 17. Mas foi rejeitada, pois não cumpria os ritos regimentais, uma vez que pedia a alteração do artigo 29-A, que trata sobre o aumento do duodécimo. Segundo o vereador Odilon Rocha, a Câmara não tem competência para alterar o referido artigo, já que ele está previsto na constituição “somente o Senado e a Câmara dos Deputados podem alterar o referido artigo, a nós só nos é permitido alterar o artigo 29, que dispõe sobre o número de vereadores”. A emenda em questão não cumpria ainda um preceito do artigo 38 do regimento interno da Câmara que diz que qualquer emenda legislativa deve vim acompanhada da assinatura de no mínimo 1/3 dos vereadores, ou seja quatro, e a emenda em questão só possuía duas assinaturas. Adelson disse que um número maior de vereadores aumentaria a participação partidária. “Quanto menor o número de vereadores maiores as chances dos grandes partidos elegerem vereadores. Estão votando pensando na individualidade, pensando em dividir o bolo pra menos pessoas, pensando que esses vereadores aprovem as contas do prefeito no próximo ano, se não colocariam um número maior para que os partidos tivessem maior representatividade, para que não tenham apenas dois ou três partidos representados”. O vereador Odilon Rocha, lembrou que se os partido pequenos não elegessem vereador não teriam sete partidos representados hoje na Câmara. “Hoje os partidos podem coligar e vários partidos pequenos coligados se tornam grandes”, o vereador ressaltou ainda que é o povo quem tem direito de escolher os vereadores e que o prefeito pode até mandar em alguns vereadores, mas não pode mandar na vontade do popular. “Chegamos à metade da possibilidade, ao invés de aumentar oito cadeiras, aumentaremos quatro”. Odilon enfatizou ainda que não se pode chamar de irresponsável um parlamento do qual se foi presidente, “quando falo da minha instituição e não faço nada estou olhando apenas para o meu umbigo, individualmente, se perguntamos a população se ela quer aumentar o número de vereadores ou se ela quer acabar com a câmara porque não cumpre o seu papel, podemos ouvir a segunda opção”. O parlamentar Wolner Wagner, lembrou que foram feitas três reuniões onde se discutiu entre 15, 17 e 19 e a maioria concordou que fossem 15. “A vida é feita de consenso”, Wolner lembrou ainda que é preciso que os candidatos tenham compromisso de verdade com a população, por mais que queiramos atender nossos partidos temos de lembrar que existe uma população exigente por traz. Faisal Salmen enfatizou que existe uma demanda muito grande da população que acha que os vereadores podem colocar água, asfalto, podem garantir saúde e isso acaba desvalorizando o vereador. “A população precisa saber que o papel do vereador é fiscalizar e você não consegue fiscalizar quando o governo tem uma base grande na Câmara”. Faisal disse ainda que se não votasse em 15 ficaria em 11. Pois a matéria deliberada é rejeitada em um período legislativo, só pode entrar em discussão no próximo período legislativo.

domingo, 13 de maio de 2012

Quando o minério acabar, do que sobreviverá Parauapebas?

Parauapebas vive hoje em prol dos roialtys do minerio e quando acabar? Quais as Alternativas economicas que a cidade tem.
A Serra dos Carajás, formação vulcano-sedimentar, está localizada na região central do Estado do Pará. Uma verdadeira “mina de ouro”, a região esconde em suas entranhas minério de ferro, ouro, cobre, zinco, manganês, prata, bauxita, níquel, cromo, estanho e tungstênio em quantidades ainda desconhecidas e que fizeram da “Província Mineral de Carajás” uma das regiões mais ricas em minérios do mundo. A primeira jazida de minério de ferro foi descoberta em 1967 quando o helicóptero com o geólogo Breno dos Santos, da US Steel, foi obrigado a um pouso de emergência em uma clareira na região. Mas aquela clareira não era proposital, eles haviam pousado em uma “canga” – uma região onde o minério de ferro está tão rente à superfície que a vegetação não consegue crescer de forma normal. O geólogo, durante o vôo, havia notado diversas clareiras como aquela pela região, o que não é nada comum. Pronto. Estava descoberta a maior reserva de minério de ferro do mundo. As pesquisas foram iniciadas naquele mesmo ano, mas as obras do Projeto Carajás, encampadas pela Vale do Rio Doce, começaram em 1978. Três anos depois, foi feita a primeira detonação para a abertura de mina e, em 1985, entrou em operação o primeiro trem de minério da região. A primeira venda do minério ocorreu em 1986 quando foram embarcadas 13,5 milhões de toneladas de minério de ferro. O minério de ferro da Província Mineral de Carajás é importante não apenas pela quantidade em que se encontram, ma também pela qualidade: é o melhor minério de ferro do mundo, ou seja, o que possui maior teor de ferro já encontrado. Porém, ao mesmo tempo em que a descoberta da Província Mineral de Carajás trouxe enormes benefícios econômicos para a região, a extração mineral também causa uma série de impactos ambientais e culturais significativos. Porém o calculo previsto para o tempo de mineração que seria de pelo menos 400 anos foi abreviado para apenas 57 anos. O que significa que após 27 anos de exploração restam apenas cerca de 30 anos para o termino do período de exploração mineral na famosa Serra dos Carajás. Surge aí o grande problema, pois nestes anos os poderes público e privado recostaram no conforto da arrecadação das contribuições por exploração mineral e nos empregos gerados direto e indiretamente por força da extração mineral e agora em eminência do fim do ciclo do ferro nenhuma alternativa econômica foi criada. Esta serie publicará entrevistas de ex-prefeitos, possíveis futuros prefeitos, economistas, empresários e formadores de opinião. Abrindo a série, o primeiro prefeito eleito de Parauapebas, Faisal Salmen, em entrevista concedida ao jornalista Francesco Costa, fala sobre o passado e o futuro do município e conota alternativas para a manutenção do município após o ciclo mineral. Jornal Tablóide (JT): Faisal Salmen, o assunto que ventila por aí é que daqui a 30 anos, no máximo, a mineração em Carajás chegara ao final. Qual a alternativa será criada para que Parauapebas sobreviva sem a mineração? Faisal Salmen (FS): Eu penso que pode ser 20, 30, 40 ou 50 anos. Independente disso devemos saber com clareza que toda exploração mineral, ao longo da história da humanidade, tem começo, meio e fim; assim foi o ciclo econômico do ouro em qualquer parte do mundo que não durou mais que uma geração, 25 anos. Uma cidade não deve viver baseado em uma única economia sobre um risco que ainda possa ter muitos anos de exploração mineral. JT: O senhor foi primeiro prefeito em Parauapebas, naquela época já ventilava o fim da mineração em Parauapebas a construção de alternativas ou naquela época então não se ventilava isso? FS: Não. Por que quando começou a exploração mineral, havia toda aquela expectativa sobre isso e mais a mais se dizia que o ferro duraria 400 anos, depois diminuiu para 140 anos, agora você sabe que eu que inicialmente fiz esses cálculos e depois confirmei. Agora não digo pra você que sejam apenas 30 anos por que não há uma queda bruta da produção de minério, vai ser gradativamente; acho que tem um tempo maior ainda, da exploração mineral, pois também há uma tendência, ou seja, se surgisse um preço a vale irá buscar e exaurir ao máximo essa mina, ainda que exista uma quantidade muito grande de ferro no mundo, com essa concentração ferrífera nós temos poucas minas descoberta até hoje. JT: Com o fim da mineração, em Parauapebas, haverá aí três seguimentos que perde, um deles é o CEFEM, ou seja, a alimentação do poder público que hoje é um valor grande; e o outro é a questão das empresas que trabalham em função da mineração; e em conseqüência dessas empresas haverá um grande desemprego, se imagine nesse cenário como prefeito. FS: Eu penso que não vai cair só o CEFEM vai cair também o ICMS, as arrecadações do modo geral; agora tem que pensar de uma forma otimista, ou seja, se você tiver uma aplicação constante do SEFEM criando um fundo para vislumbrar Parauapebas daqui 10, 15, 20 anos. Mas não existe uma maneira constitucional para se fazer isso, não existe uma lei; vai depender do gestor municipal, vai depender do bom senso de todos os seguimentos organizados de Parauapebas, a associação comercial, associações e sindicatos. Aí iria guardando pouco a pouco cerca de R$ 3 milhões por mês. JT: Com o fim da mineração, pode se responsabilizar a Vale por alguma coisa para ela continuar contribuindo por um período até a “desmama”, para que o município comece a viver sem o CEFEM? FS: Não, eu acho que não. Por que na verdade, a Vale ela é oficialista, constitucional e legalista; ou seja, aquilo que determina a lei ela cumpre. Por exemplo, ela não paga ICMS, por que determina a lei, e ela não vai fazer isso. O que nos cabe é buscar alternativas. JT: O senhor acha que esse boato que a mina vai terminar em um prazo médio, pode afugentar novos investidores e inibir alguns que já estão aqui? FS: Não. Por que Parauapebas pode mudar sua face econômica, tem tudo para isso, capital e recurso. Outros municípios e países fizeram, com grande dimensão como, por exemplo, Dubai etc, trocaram a economia, e tiveram a visão de fazer isso. Temos 30 anos, isto é mais que uma geração, é tempo suficiente pra mudar a economia do município de Parauapebas. JT: O que seria feito na sua visão, quais seriam as alternativas, os seguimentos em Parauapebas e como implantá-los? FS: Eu não vejo com tristeza e acho que pode ser implantadas a duas coisas simultaneamente. Mas temos que entender também que o minério de ferro é centralizador de economia, ou seja, não são muitas pessoas que ganham com isso; eu penso a começar ao ensino universitário, aquecendo com 10 a 15 mil estudantes universitários e o município pode ser um centro de referencia universitária. Estudantes gera muita economia consumindo e vai distribuir muita a renda. Continuaram sediadas aqui empreiteiras grandes, comércios, pensões, hotéis ou pequenos comércios que vá atender essa demanda de estudantes. JT: Pode se dizer que em Parauapebas plantando tudo dá, só falta as idéias a serem implantadas? FS: Eu acho que a economia é importante agora tem que produzir uma agricultura, por exemplo, para vermos qual é a aptidão para a agricultura em Parauapebas; pode-se industrializar a mandioca, industrializar o leite. Entrevistador: Os governos Estadual e o Federal tem uma responsabilidade com essa questão também, esta se acionando para ajudar nessas alternativas novas também ou estão pensando que é apenas um problema nosso? FS: Eu acho que é questão nossa, não adianta esperar, o governo Estadual não vai olhar para isso, mesmo por que eu acho que há outros municípios que tem uma classe política mais organizada que a nossa; infelizmente Parauapebas tem dado votos de uma forma abundante, muitos votos para outros Deputados Federais, eles vem pra cá buscam votos vão embora pra trabalhar por Marabá, não que ela não mereça. Por Francesco Costa em Jornal Tablóide

Só mentiras

Para quem não sabe e tem duvidas sobre uma possível aliança que andam comentando, sobre o PT ser vice do PMDB, a resposta e simples ‘’MENTIRA’’ fontes seguras afirmam que jamais isso vai acontecer aqui no peba, e outra o candidato do PT nas eleições próxima é o Coutinho, não existe nenhuma hipótese de ser o Milton isso está fora de cogitação.

sábado, 12 de maio de 2012

Mais tarde tem quentinhas

Mais tarde irei postar algo que todos querem saber, primeiro vou vê a veracidade do fuxico, espero vocÊs daqui a pouco no blog. o fuxico claro é de politíca, blz valeu até daqui a pouco.

Associação Girão de Artes Marciais, participaram do Campeonato Norte e Nordeste de Karatê

30 atletas da Associação Girão de Artes Marciais (Agam), uma das bem conceituadas e conhecidas associações de Parauapebas, participaram do Campeonato Norte e Nordeste de Karatê realizado de 3 a 6 de maio, onde conseguiram conquistar várias medalhas de ouro, prata e bronze. Mais de 120 atletas de Parauapebas, entre crianças, adolescentes e adultos embarcaram para participar do campeonato de Karatê Norte e Nordeste. Foram atletas das associações Girão, Kimê, Garra de Águia, Projeto Pipa, Samurai e Ágape, divididos em três ônibus. O campeonato aconteceu no Ginásio Geraldão, nos dias 3,4,5 e 6, no município de Recife em Pernambuco. A Associação Girão conquistou 18 medalhas no total, sendo 2 de ouro, 3 de prata e 13 de Bronze, destaques para Letycia Barbosa e Daniel Oliveira. Também participaram quatros alunos do Projeto Social Esportivo e Educacional Marcial – PSEEM, da Vila Sanção, sendo dois medalhistas, Jackcianne Santos e Gisele Amaral. O trabalho de inclusão social da Agam proporcionou para muitas crianças e adolescentes de baixa renda de Parauapebas, e da zona rural, conhecer grandes capitais, ter uma boa alimentação, e acima de tudo competir de igual com os maiores lutadores do Brasil. A ida dos atletas contou com total apoio da Prefeitura de Parauapebas, através da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel), Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas) e Gabinete do Prefeito. Apoio nas despesas de transporte e alimentação dos atletas. Josberto Girão, representante e professor da Associação Girão declarou que seus atletas treinaram bastante para participar e foram confiantes em conquistar medalhas. “Foram muitos os atletas de diversas partes do Brasil que competiram. Nós conseguimos conquistar essas medalhas e, é um orgulho pra nós ter estas conquistas, além também de ter servido para a seletiva do Campeonato Mundial de Karatê que será realizado na Sérvia, em breve”, explica Girão.